María Alejandra Ibáñez

Exposição do Concurso Internacional de Fotografia Chelsea

19 de fevereiro - 28 de fevereiro de 2019

Recepção: 21 de fevereiro de 2019, 18h00 - 20h00

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María Alejandra Ibáñez a fotografia captura o mágico e místico do cotidiano. Estimulando a luz para evocar melancolia, suas composições animam o inanimado. Quando colocados em foco holístico, as relações sujeito-objeto e as memórias que definem nosso apego às coisas servem como lentes vitais através das quais identificamos cenários. Ibáñez acentua as coisas simples da vida, como a casa e os móveis. Seu trabalho permite uma reflexão tranquila sobre a nostalgia guardada dos objetos ao nosso redor, quando nos afastamos para observá-los. Cantos, quadros e lugares escondidos são imbuídos de identidade e lembrança. 

Nascido no Peru, Ibáñez se esforça para conectar as pessoas umas às outras. “Vivemos em uma sociedade que começa a carecer e ignorar conexões e relações pessoais”, diz o artista. Criada sem pai, ela ainda assim foi cercada de amor pela família de sua mãe, criando preciosas lembranças no interior de Lima com parentes. Quando ela perdeu seu avô em um piscar de olhos, Ibáñez pôde sentir a tristeza e o vazio, mas simultaneamente a beleza e o calor do amor que seus avós compartilharam por anos, e foi compelida a conceituar as relações de memória através de seu trabalho. Ela foi destaque na Exposição Internacional de Fotografia do Chelsea 2019.





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María Alejandra Ibáñez

Exposição do Concurso Internacional de Fotografia Chelsea

19 de fevereiro - 28 de fevereiro de 2019

Recepção: 21 de fevereiro de 2019, 18h00 - 20h00

Rastro
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41,3" x 27,6"

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María Alejandra Ibáñez a fotografia captura o mágico e místico do cotidiano. Estimulando a luz para evocar melancolia, suas composições animam o inanimado. Quando colocados em foco holístico, as relações sujeito-objeto e as memórias que definem nosso apego às coisas servem como lentes vitais através das quais identificamos cenários. Ibáñez acentua as coisas simples da vida, como a casa e os móveis. Seu trabalho permite uma reflexão tranquila sobre a nostalgia guardada dos objetos ao nosso redor, quando nos afastamos para observá-los. Cantos, quadros e lugares escondidos são imbuídos de identidade e lembrança. 

Nascido no Peru, Ibáñez se esforça para conectar as pessoas umas às outras. “Vivemos em uma sociedade que começa a carecer e ignorar conexões e relações pessoais”, diz o artista. Criada sem pai, ela ainda assim foi cercada de amor pela família de sua mãe, criando preciosas lembranças no interior de Lima com parentes. Quando ela perdeu seu avô em um piscar de olhos, Ibáñez pôde sentir a tristeza e o vazio, mas simultaneamente a beleza e o calor do amor que seus avós compartilharam por anos, e foi compelida a conceituar as relações de memória através de seu trabalho. Ela foi destaque na Exposição Internacional de Fotografia do Chelsea 2019.





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